Composição do Terra em Cena
O Coletivo Terra em Cena é uma articulação de coletivos de teatro, audiovisual e artes visuais que atuam em comunidades da reforma agrária, quilombolas e em meio urbano. É composto por professores universitários da UnB, da UFSJ, da UFSC e da UFVMJ, da rede pública do DF, por estudantes da Licenciatura em Educação do Campo da UnB e por militantes de movimentos sociais do campo e da cidade.
O Terra em Cena se configura como Programa de Extensão da UnB, com Projetos de Extensão articulados na Faculdade UnB de Planaltina (FUP) e como grupo de pesquisa cadastrado no diretório de grupos do Cnpq.
Um dos projetos é a Escola de Teatro Político e Vídeo Popular do DF (ETPVP-DF) que integra a Rede de Escolas de Teatro e Vídeo Político e Popular Nuestra America.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Peça LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA, dia 23/10/12 (Terça), na FUP
Coletivo de Teatro Arte e Cultura em Movimento
Apresenta a peça
LUTA PELA SOBREVIVÊNCIA
Local: Teatro do prédio novo (UAC) do Campus de Planaltina da UnB
Data: 23/10/201 2 (terça-feira)
Horário: 18h
domingo, 21 de outubro de 2012
Encontro Unitário de Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas
Companheiras e companheiros,
O elenco foi composto pelo núcleo da Brigada Semeadores (MST-DF/E), com participação de atrizes do elenco do Coletivo TERRAemCENA, do campus de Planaltina da UnB, de estudantes do curso de Agroecologia do Instituto Federal de Brasília e de militantes do MST/MS e do MST-SE.
No dia 21 de agosto de 2012 ocorreu um momento
marcante, o encontro de dois tempos históricos da produção do Teatro Político brasileiro.
No Encontro Unitário Trabalhadores e Trabalhadoras dos Povos do Campo, das
Águas e das Florestas, após 52 anos do primeiro encontro nacional de camponeses
do Brasil, foi reapresentada uma versão adaptada da peça Mutirão
em Novo Sol, escrita por Nelson Xavier,
Augusto Boal, Modesto Carone, Hamilton Trevisan e Benedito Araújo.
O elenco foi composto pelo núcleo da Brigada Semeadores (MST-DF/E), com participação de atrizes do elenco do Coletivo TERRAemCENA, do campus de Planaltina da UnB, de estudantes do curso de Agroecologia do Instituto Federal de Brasília e de militantes do MST/MS e do MST-SE.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Contra quê? Contra quem?
Contra
quê? Contra quem? é uma peça que intercala cenas de agitação e
propaganda e de Teatro Fórum, construída coletivamente, a partir da pesquisa do
grupo a respeito da luta dos movimentos sociais do campo e do intenso debate e
estudo gerado pela peça Mutirão em Novo Sol, adaptando dessa
obra uma cena de assembleia de trabalhador@s camponês@s:
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Entrega mística dos instrumentos musicais zabumba, caxixi e triângulo por Pau Pereira e Nômade
Entrega mística de instrumentos musicais
(zabumba, caxixi e triângulo), por Pau Pereira e Nômade
(Pau
Pereira – Prof. SEEDF - Projeto Pau Pereira/ Bicho Serrador/ ABCerrado)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
OFICINA ABERTA DE TEATRO POLÍTICO (Atividade de GREVE)
OFICINA ABERTA DE TEATRO POLÍTICO (Atividade de GREVE)
Data: às sextas-feiras de 8h30 às 12h* / 1ª reunião no dia 01 de junho
Local: Laboratório de Artes da FUP (UnB Planaltina)
* dia e horário podem mudar conforme dinâmica dos atos locais e nacionais da greve
sábado, 26 de maio de 2012
Protocolo - Mutirão em Novo Sol (Gideão Gomes Pereira)
Universidade
de Brasília-UNB
Faculdade
de Planaltina-FUP
CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO
LEDOC II
TURMA: ANDRÉIA PEREIRA DOS SANTOS
DOCENTES: Rafael Villas Bôas, e Rayssa Aguiar
EDUCANDO: Gideão Gomes Pereira
Matricula:
10/65360
PROTOCOLO
Mutirão
em Novo Sol
Formosa, 05 de janeiro de 2011.
Mutirão
em Novo Sol
Na peça encontramos uma luta de
classe a qual a sociedade tem enfrentado constantemente. O que está em jogo é a
classe trabalhadora contra os grandes latifúndios, os trabalhadores lutando por
um pedaço de terra, enquanto a burguesia luta por ter cada vez mais o domínio
de terras. A luta que é demonstrada na peça pelos trabalhadores, não é
diferente das que hoje são enfrentadas pelos militantes trabalhadores dos
movimentos sociais em prol da terra, a ponto de muitos já terem perdido suas
vidas.
Manifesto pela VIDA - Protocolo de Adriana Fernandes
Universidade de Brasília –UnB
Faculdade de Planaltina/FUP
Curso de graduação: Licenciatura em
Educação do Campo
Turma 2: Andréia Pereira dos Santos
Componente curricular: Arte e Sociedade
2
Trabalho: Protocolo de “Mutirão em Novo Sol”
Educador: Rafael Villas Boas
Educanda: Adriana Fernandes Souza Matrícula: 08/54093
Data: Período do 5º Tempo Comunidade 05
de outubro de 2010 a
maio/ 2011
Manifesto pela VIDA
Tentaram negligenciar
o direito à Cultura Popular, quando fomos sucumbidos a uma ruptura brutal pelo
golpe da ditadura militar em 1964, muitas produções artísticas desapareceram,
músicas, no campo das letras várias obras literárias, filmes, documentários, jornais,
grupos de teatro, inclusive a primeira peça de teatro político sobre a Questão
Agrária, “Mutirão em Novo Sol”,
escrita em 1962 por um coletivo de artistas e teatrólogos brasileiros e que
fora resgatada em 2008. Essa peça, partindo do olhar ainda na década de
sessenta, mostra hoje com tema totalmente atualizado, deixando claro por que
“desaparecera”, pois, quem era o alvo das denuncias foram os mesmos apoiaram o
golpe. Neste processo hegemônico e como não houvesse um espaço no tempo de
quatro décadas, nos tempos atuais são as mesmas condições históricas vividas
pelos trabalhadores rurais. Em nome das vozes que brutalmente foram e são
caladas, dos sonhos interrompidos nas madrugadas, das lágrimas arrancadas junto
com a dor carregada de ausências forçadas, das mulheres vítimas não da vida, mas
sim de um sistema patriarcal cruel, em nome dos jovens, crianças e de todos os
povos que no contexto geral da questão agrária, foram colocados à margem da
vida sendo os excluídos tanto no campo, como nas florestas, os indígenas e
quilombolas, façamos o uso da palavra para deixar registrado que:
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Protocolo - Mutirão em novo Sol (Priscila Gomes Pereira)
Universidade
de Brasília-UNB
Faculdade
de Planaltina-FUP
Licenciatura
em Educação do Campo-LEdoC
Turma II:
Andréia Pereira dos Santos
Educadores:
Rafael Villas Bôas
Rayssa
Aguiar Borges
Educanda:
Priscila Gomes Pereira
Protocolo
Mutirão em novo Sol
Na peça Mutirão em
Novo Sol a questão de classe é abordada de maneira bem clara. Mostra de forma
explícita o que os governos fazem e quem as leis que eles criam protegem. A
arbitrariedade da justiça a favor dos poderosos é evidente do inicio ao final
da obra.
Protocolo 1 de Rafael Villas Bôas sobre a peça Mutirão em Novo Sol
Protocolo 1 de Rafael Villas Bôas sobre a peça Mutirão em Novo Sol
Após debate sobre a peça ocorrido no dia 28 de outubro de
2009, com Rayssa e Janderson.
Comentário sobre as características épicas de Mutirão em Novo Sol, consideração
sobre duas canções da peça e sugestão de trabalho de cena com as canções:
Protocolo Mutirão em Novo Sol (Paola Pereira)
Protocolo Mutirão em Novo Sol – 27/10/09
Paola Pereira
Brigada Semeadores.
O texto,
captura a realidade camponesa com uma temporalidade passado/presente
(incrível). Ontem, pré-ditadura e hoje, criminalização, se convergem em mesmo
período histórico quando analisamos a conjuntura. Continuamos vivendo a
escravidão, a superexploração do trabalho e a concentração da terra.
Focos
temáticos:
domingo, 1 de abril de 2012
Mutirão em Novo Sol: Rompendo a Sucessão de Presentes Absolutos
Brigada Semeadores
Encontro dia 28/10/2009
Leitura e discussão da
peça Mutirão em Novo Sol
Protocolo
Mutirão em Novo Sol:
Rompendo a Sucessão
de Presentes Absolutos
Por Rayssa Aguiar Borges
Umas das características da forma dramática é a seqüência de presentes absolutos. Em cena, só
acontece o tempo presente, quando se torna passado, não mais está em cena. Também não há
passado e futuro fora da peça, ou seja, fora de um desses presentes absolutos.
Em suma, ao drama absoluto só cabem
histórias presentes, suas razões não se encontram no passado e suas ações (ou
soluções) não se projetam para o futuro.
terça-feira, 20 de março de 2012
Teatro Fórum a partir da peça "Mutirão em Novo Sol" (1962), de Nelson Xavier, Augusto Boal, Hamilton Trevisan, Modesto Carone, Benedito M . Araújo. (TERRAemCENA e Brigada Semeadores - junho de 2011)
Mutirão
em Novo Sol:
a primeira peça sobre a questão agrária do teatro político brasileiro?
Rafael Villas Bôas
Mutirão em Novo Sol, conhecida
também como Julgamento em Novo Sol, é a
primeira peça do teatro brasileiro em que a luta camponesa ascende à condição
de protagonismo. O meio rural deixa a condição de cenário, e seus personagens
abandonam a pitoresca condição de caipiras interioranos, como em peças do
século XIX, de autoria de Martins Pena e Arthur Azevedo, ou de personagens
secundários de dramas da elite.
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