Composição do Terra em Cena

O Coletivo Terra em Cena é uma articulação de coletivos de teatro, audiovisual e artes visuais que atuam em comunidades da reforma agrária, quilombolas e em meio urbano. É composto por professores universitários da UnB, da UFSJ, da UFSC e da UFVMJ, da rede pública do DF, por estudantes da Licenciatura em Educação do Campo da UnB e por militantes de movimentos sociais do campo e da cidade. O Terra em Cena se configura como Programa de Extensão da UnB, com Projetos de Extensão articulados na Faculdade UnB de Planaltina (FUP) e como grupo de pesquisa cadastrado no diretório de grupos do Cnpq. Um dos projetos é a Escola de Teatro Político e Vídeo Popular do DF (ETPVP-DF) que integra a Rede de Escolas de Teatro e Vídeo Político e Popular Nuestra America.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

O Coletivo Terra em Cena celebra o reconhecimento como Ponto de Cultura concedido pelo Ministério da Cultura.



Recebemos essa notícia com alegria, especialmente em um momento de fortalecimento da Política Nacional Cultura Viva, a maior política pública de cultura de base comunitária do Brasil e uma referência internacional na valorização das iniciativas culturais construídas pelos próprios territórios.

Durante a VI Teia Nacional - Pontos de Cultura pela justiça climática, que ocorreu entre 16 e 24 de maio de 2026, foi anunciado que mais de 16 mil Pontos de Cultura foram certificados, reafirmando a força, a diversidade e a capilaridade dessa rede que há décadas promove cultura de base comunitária em todo o país.

Para nós, do Terra em Cena, é uma honra integrar esse movimento. Há mais de quinze anos atuamos na formação artística, na educação popular e no fortalecimento de redes culturais, especialmente junto aos povos do campo, construindo processos coletivos que articulam cultura e organização social.

Ser reconhecido como Ponto de Cultura significa fortalecer esse caminho e ampliar nossa capacidade de conectar experiências e compartilhar saberes, potencializando, dessa forma, para que mais iniciativas culturais floresçam em seus territórios.

Seguimos acreditando na cultura como direito a partir de processos coletivos e como força capaz de criar novos horizontes.

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